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    "Josielma Ramos"

    Tudo é vazio,
    Olho para a parede escura do meu quarto,
    E o retrato no quadro quebrado pisca para mim,
    Meu Deus,
    Que angústia sem fim.

    Tenho medo do escuro,
    É um escuro abafado,
    Quanto mais caminho,
    Mais longa me parece à estrada.

    Quanto mais caminho,
    Mais as trevas se aproximam,
    E a luz se afasta de mim.

    Meu medo é cego,
    Claustrofóbico,
    Melancólico,
    É doente.

    Medo rápido e sagaz,
    Fere mortalmente a pele,
    Como uma adaga de marfim,
    Arrancando furiosamente,
    A mão da gente.

    Mão que comete pecado,
    Pecado proibido,
    Aumentando a libido,
    E evitando o impossível,
    Assim sendo por fim,
    Pecado cometido.
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