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  • Até que reste apenas a dança!


    "Josielma Ramos"

    Uma sombra tênue paira sobre meus pensamentos,
    De medo e desejo.

    O dia é frio e tudo me parece tão difícil,
    Os fantasmas do passado ecoam distantes, me assombram.

    Quem sabe se eu sair na chuva disfarce as minhas lágrimas,
    Esconda a minha dor, transforme o meu humor.

    Sinto saudades de coisas que nunca tive e nunca terei,
    Sinto que os passos que dei foram erros fora de contexto.

    Sinto que sou louca por dançar na chuva,
    Fora do compasso, errando todos passos.

    Queria ser a ventania forte, queria ser o escuro da noite,
    Talvez assim meu medo ficasse omitido,

    Sinto medo da dor e da perda,
    Mas é melhor sentir dor, do que não sentir nada.

    Queria ser a música incessante, tocando sem parar,
    E se o mundo acabar...

    Dançar e dançar,
    Até que reste apenas a dança.
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