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    A máquina lenta do desamor, as engrenagens do refluxo, os corpos que abandonam as almofadas, os lençóis, os beijos, e de pé diante do espelho interrogando-se cada um a si, já não se olhando entre eles, já não nus para o outro, já não te amo, meu amor.
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    1 Comentários

    1 Comentários:

    1. Gostei da imagem e do poema! Muito bacana.

      Abraço,
      Diego de França
      http://leitorsagaz.blogspot.com.br

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