Chegou novamente aquele dia do mês que tanto odeio, não gosto de falar sobre isso, pelo menos não abertamente, (Menstruação) a minha vem a cada 3 ou 5 meses, é bem desregulada por que tenho cistos no útero e ovários, mas quando vem é aquele drama, fica quase dez dias e é um fluxo constante, fico de mal humor, brigo com quem estiver por perto e como muito bolo de chocolate, me torno uma chata (ainda bem que meu marido é compreensivo, pois sobra tudo pra ele coitado).
Eu choro muito, é uma coisa anormal, se alguém olhar para mim e perguntar "Está tudo bem?" se prepare por que eu vou chorar, eu fico sensível, brigona e inchada, se eu ver uma coisa triste na televisão ou um filme que já vi mil vezes eu choro, se me disserem uma coisa que eu não aceito, normalmente eu ficaria quieta, mas nessa época do mês eu brigo por aquilo e vou impor minha opinião, mesmo que não seja a mais sensata. Sinto dores nas costas e muita cólica, mas não gosto de tomar remédios para dor, passei metade da minha adolescência enfiada em hospitais tomando soro na veia para aliviar minhas cólicas e tenho pavor de tomar qualquer tipo de remédio, prefiro sentir a dor, nada que um pouco de choro não cure, pois descobri que chorar alivia, sim parece algo estranho e absurdo, mas chorar já curou muitas dores, não apenas na carne mas também dores sentimentais.
Eu gosto de chorar, principalmente se eu estiver sozinha, chorar até soluçar ou cair em um sono profundo, o qual normalmente acordo no dia seguinte me sentindo bem mais aliviada, e gosto de fazer isso sozinha porque tenho medo de chorar com pessoas por perto, tenho medo de julgarem errado meu motivo para chorar e acharem que estou necessitando de atenção, e não eu não necessito de atenção, aliás eu odeio isso, gosto de me isolar, eu sempre engulo a vontade de chorar para quando estiver sozinha, mas quando faço isso sempre acabo chorando o dobro depois, não me considero estranha e nem diferente e tenho certeza que existem muitas mulheres que se sentem assim como eu, algumas não admitiriam, mas tenho certeza que muitas se identificariam.
"Tudo que encanta meus sentidos e minha alma, deixo registrado aqui! Por que tu sabes que é de poesia a minha vida secreta..."
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31 julho 2014
09 março 2014
A morte do amor
"josielma Ramos"
Dói bem sei,
olhar nos seus olhos e ver
neles refletida toda mágoa não dita,
toda raiva calada,
todo amor nos lábios morrer.
Dói né?
18 novembro 2013
A Dor
"Josielma Ramos"
Cada poema que escrevo é dor...
Cada palavra que escrevo é dor...
Dói segurar a caneta,
E as vezes um erro é cometido.
Mais então porque continuo a escrever?
Porque continuar com essa tragédia?
Porque essa dor é o que me faz viva,
E essa dor você nunca vai entender!
Cada poema que escrevo é dor...
Cada palavra que escrevo é dor...
Dói segurar a caneta,
E as vezes um erro é cometido.
Mais então porque continuo a escrever?
Porque continuar com essa tragédia?
Porque essa dor é o que me faz viva,
E essa dor você nunca vai entender!
18 julho 2013
Conhecendo-me
Sinto um vazio, não tenho pra onde correr, minha voz está rouca, me sinto caindo constantemente em um profundo abismo sem fim, não sinto meus braços e pernas, não sinto meu corpo, não sinto minha alma, estou perdida em uma estrada escura e fria, os poucos momentos que tenho sozinha são o suficiente para conhecer essa dor, quando maior o silêncio maior é o sentimento que cresce em mim, ele me faz enxergar o que sou, e o que tento ser, mais não são a mesma pessoa.
18 março 2013
A Dor me cansou
"Josielma Ramos"
Meu coração foi destruído,
Por alguém malvado e impiedoso,
Que não teve pena de me magoar.
Como o amo,
E como o amei.
Jurei me ajoelhar,
Mas de nada adiantou,
Meu Deus chega de dor...
Ele me cansou!
30 novembro 2012
Alma com dor

"Josielma Ramos"
Eu vejo,
Eu vejo,
Com minha alma eu vejo tudo,
Vejo a crueldade do mundo,
Um mundo sem assistência.
Vejo a inveja daqueles,
Que tentam a vida eterna,
E que discriminam a vida alheia.
Eu vejo o que não quero ver,
Vejo a dor e a morte nascer,
Eu vejo a vida morrer.
16 março 2012
A dor e o amor
"Josielma Ramos"
O amor que antes não tinha,
Agora arde em meu peito,
São gotas de orvalho,
A escorregar pelo meu rosto,
Gotinha a gotinha.
A dor é tamanha,
Não sofre repreenda
Uma catástrofe,
De exageros completa,
Ao meu peito adere.
Difícil explicar,
O tamanho da dor,
Difícil explicar,
De onde vem tanto amor.
Eu falo sozinho,
Eu fico sozinho,
Talvez devesse,
Encontrar meu ninho.
Não sei como faço,
Para essa dor esquecer,
Te conheci,
E agora só quero você.
Me dê uma resposta,
Resposta rápida,
Que no meu peito inflama,
Uma paixão urgente,
Sozinha,
A margem,
Espero-te,
Afogo-me,
Sozinha.
E assim fico,
A pensar em ti,
E assim fico aqui,
A esperar por ti.
06 março 2012
Dor
"Josielma Ramos"
_Você ouve as mentiras que diz?
Tenho medo de ouvir sequer mais uma palavra.
Meu coração reclama de dor,
Chora ferido, e não sara,
Tum, tum... Tum, tum...
Dor bandida que no peito palpita,
Bate como martelo, e deixa feia a ferida.
Dor serena, que no peito tem pena,
Dói como um engasgo, de quem se afoga quando chora.
Dor sentida que na alma lastima,
Queima como ferro, e deixa uma dor ardida.
Tum, tum...Tum, tum...
E assim aos poucos vai morrendo,
O som com a dor dessa paixão,
E assim eu vou vivendo,
Dividindo o coração.
Tum...tum...
Meu coração bate em descompasso,
Tum, tum...Tum, tum..._Você ouve as mentiras que diz?
Tenho medo de ouvir sequer mais uma palavra.
Meu coração reclama de dor,
Chora ferido, e não sara,
Tum, tum... Tum, tum...
Dor bandida que no peito palpita,
Bate como martelo, e deixa feia a ferida.
Dor serena, que no peito tem pena,
Dói como um engasgo, de quem se afoga quando chora.
Dor sentida que na alma lastima,
Queima como ferro, e deixa uma dor ardida.
Tum, tum...Tum, tum...
E assim aos poucos vai morrendo,
O som com a dor dessa paixão,
E assim eu vou vivendo,
Dividindo o coração.
Tum...tum...
10 fevereiro 2012
Soneto da Dor
"Josielma Ramos"
Cada momento que em ti eu pensar
Ouvirei uma música silenciosa
Que em mim irá tocar
E por ti esperarei ansiosa
Não me contentarei com sua ilustração
Há de fingir que me ama
Há do meu coração
sentirei uma chama
E quando me procurar
Quem sabe já estarei morta
E em mim ficara a pensar
E possa se lembrar do meu amor
E por mim chora
Quem sabe o amor, quem sabe a dor.
Cada momento que em ti eu pensar
Ouvirei uma música silenciosa
Que em mim irá tocar
E por ti esperarei ansiosa
Não me contentarei com sua ilustração
Há de fingir que me ama
Há do meu coração
sentirei uma chama
E quando me procurar
Quem sabe já estarei morta
E em mim ficara a pensar
E possa se lembrar do meu amor
E por mim chora
Quem sabe o amor, quem sabe a dor.
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