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18 julho 2013

Poesia de corpo e alma

Poesia é tudo que amo, 
Tudo que vejo,
Tudo que sinto,
A poesia é meu paraíso,
Sou poesia na mais pura forma de arte,
Sou carne,
Poesia na alma e no corpo,
Sou pura poesia amamentando a quem sente fome.

28 janeiro 2013

Alma


"Josielma Ramos"

A angústia e a dúvida,
Caem sobre mim,
É tudo que resta,
De um passado que não vivi.

Sou hoje sombra de luto,
Névoa encardida,
Velharia esquecida,
Sombra de alma...
De alma assassinada.

Lá fora tudo é triste e frio,
Minha alma chora,
De vergonha e dor.

Som alma triste sem vida,
Alma sem coração... Perdida e sem razão,
Alma sem inspiração.

30 novembro 2012

Alma com dor


"Josielma Ramos"

Eu vejo,
Com minha alma eu vejo tudo,
Vejo a crueldade do mundo,
Um mundo sem assistência.

Vejo a inveja daqueles,
Que tentam a vida eterna,
E que discriminam a vida alheia.

Eu vejo o que não quero ver,
Vejo a dor e a morte nascer,
Eu vejo a vida morrer.

26 novembro 2012

Breve tristeza fria



"Josielma Ramos"

Não sei o que está havendo comigo,
Meus dias estão sombrios,
Meus passos mais suaves,
Meus sorrisos tão breves.

Não sinto a alegria que minha alma tenta sentir,
Não sinto harmonia na música que adoro escutar,
Não sinto o doce sonhar,
Só sinto o gosto amargo das lágrimas a rolar.

Um véu escuro cobre meus olhos,
Escondendo tudo que não quero enxergar,
Um véu de pura covardia,
Eu tento me encontrar.

Só quero morrer feliz.

20 novembro 2012

A alma é uma floresta escura


"Josielma Ramos"

Olhando para a cidade tudo é cinza,
Os prédios são cinza, as árvores são cinza,
Pois não tem o mesmo verde, que o verde de uma árvore que cresce no campo.

O asfalto de concreto parte o meu coração por ser tão cinza e duro,
Como o amor que um dia alguém sentiu por mim,
Desde que se foi nunca mais fui feliz,
Desde quando se foi, eu dei adeus para mim, foi o meu fim.

A noite cai, e as trevas vêm sobre mim,
Pensamentos mesquinhos tomam conta da minha mente,
Sinto-me perdida em um mar de corpos e rostos desfigurados,
Sinto-me perdida em um mar de mentes sozinhas, mentes tardias, mentes vazias.

Vazio que me absorve também,
Vejo a dor que ele causa tão bem,
Tento fugir, mais a perdição só me arrasta mais e mais.

Minha pele é cinza,
Assim como o meu coração,
Meus cabelos são negros, e meus lábios são como rubis,
Provocativos e fatais.

Meus olhos são vazios,
Um vazio profundo e encantador,
Se uma árvore cai na floresta,
É culpa da dor que me causou.

Faíscas voam de meus dedos,
Mais não atingem seu coração,
Ele ainda bate, ao contrario do meu,
Que já morreu.

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Na sexta-feria santa rolou o treino da fé que é uma corrida de rua que vai de Perus até Pirapora do bom Jesus, como eu sou a pessoa mais at...