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  • Soneto da Alma

    "Josielma Ramos"

    Ao seu amor nao lastimarei
    Se bem que das coisas incompreendidas
    Sei que com elas eu irei
    Não me sentirei ofendida.

    Nas profundezas do mar
    Irei afogar
    Toda mágoa perdida
    E as deixarei sentida.

    E quando a leve brisa, meus cabelos tocar
    Breve por aqui irei estar
    Reluzente como uma gota do mar.

    Constantemente sorrirei
    E assim logo acharei
    Minha alma perdida.
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